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Depois de protesto, governo paraguaio permite “delivery” na fronteira

Depois de protesto, governo paraguaio permite “delivery” na fronteira

20/07/2020 19h20 Atualizada há 6 anos atrás
Por: Redação
Comerciantes e autoridades conversam depois do anuncio da decisão do governo paraguaio.(Reprodução;Amambay Notícias)
Comerciantes e autoridades conversam depois do anuncio da decisão do governo paraguaio.(Reprodução;Amambay Notícias)
Depois de um dia inteiro de protestos de comerciantes de Pedro Juan Caballero que fecharam as principais vias de acesso à Aduana daquela cidade, impedindo que caminhões transportando mercadorias brasileiras de outros países pudessem fazer o desembaraço alfandegário para ingressar no Paraguai, o governo central paraguaio resolveu atender à reivindicação da Câmara de Comércio de Pedro Juan Caballero e vai permitir um corredor sanitário para o trânsito de mercadorias com consumidores de Ponta Porã. A informação foi repassada há pouco pelo presidente da Câmara de Comércio, Victor Barreto que conversou por telefone com o ministro da Defesa Nacional Bernardino Soto Estigarribia e foi notificado que depois de uma reunião de gabinete na tarde desta segunda-feira, ficou decidido que amanhã (21) a partir das oito horas da manhã a comercialização de produtos no chamado “delivery” estará permitido. Com a abertura do “corredor sanitário” as pessoas poderão comprar os produtos no comércio de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero através de aplicativos como WhatsApp e receber estes produtos nos pontos estabelecidos pelas autoridades sanitárias. “É uma abertura que o governo deu para o povo fronteiriço como forma de salvar empregos e manter a economia funcionando, mas é necessário que a população respeite as normas e as regras que serão impostas para que não tenhamos o caos e a necessidade do fechamento da Linha Internacional novamente”, disse Barreto para o site Amambay Notícias. As normas sanitárias e a forma que vai funcionar o corredor sanitário ainda não foram definidas pelo Departamento Sanitário do Departamento de Amambay, porem já havia um protocolo pré-estabelecido para ser colocado em prática em caso de uma autorização, o que acabou acontecendo.
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