A família do piloto Gabriel Bispo Gonçalves, de 29 anos, morador do distrito de Sanga Puitã, em Ponta Porã, vive dias de angústia enquanto aguarda a liberação do corpo para o sepultamento. Gabriel morreu na madrugada do dia 18 de março após a queda de um avião monomotor na zona rural de Altair, nas proximidades de Olímpia.
O piloto era o único ocupante da aeronave modelo Cessna U206E, prefixo PT-XRI, que caiu na Fazenda Ponte Alta, em uma área próxima a um canavial. Trabalhadores rurais relataram ter visto um forte clarão seguido de explosão e incêndio, que destruiu completamente o avião e carbonizou o corpo da vítima.
Após o acidente, os restos mortais foram encaminhados inicialmente ao Instituto Médico Legal (IML) de Barretos, no interior paulista, sendo posteriormente transferidos para São José do Rio Preto, onde seguem os procedimentos de identificação oficial.
Segundo familiares, um dos irmãos de Gabriel forneceu material genético para exame de DNA, que será utilizado na comparação laboratorial para confirmação oficial da identidade. No entanto, até o momento, os resultados ainda não foram divulgados pelas autoridades responsáveis.
A demora no processo tem causado sofrimento à família, que aguarda o encerramento dos trâmites legais para finalmente realizar o velório e o sepultamento do piloto fronteiriço.
As circunstâncias da queda da aeronave seguem sendo investigadas pelos órgãos competentes.
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