A SES (Secretaria de Estado de Saúde) apresentou novo boletim epidemiológico Covid-19 nesta segunda-feira (4). Conforme dados acumulados do último sábado (2), e domingo (3), Mato Grosso do Sul registrou mais 374 casos da doença e quatro óbitos.
As mortes confirmadas são de sul-mato-grossenses com idades entre 56 a 83 anos, que residiam em Campo Grande, Bataguassu, Sidrolândia e Corumbá. Três desses óbitos ocorreram no mês de outubro e um foi no mês de maio. A média móvel dos últimos sete dias está em 4,4.
Dos novos casos, a maioria é de Campo Grande com 289 novos casos, seguida de Chapadão do Sul com 13 e de Sidrolândia com sete. Na última semana foram confirmados 140 novos casos por dia, conforme indica a atualização da média móvel. A taxa de contágio se manteve em 0.81.
De 1.058 casos ativos nesta segunda-feira, 114 são pacientes internados em leitos clínicos (50) e de UTI (64). Conforme boletim, são 944 em isolamento domiciliar.
A taxa global de ocupação de leitos UTI SUS está abaixo de 50% em todas as macrorregiões de internação: Dourados está com 48%, Corumbá com 47%, Campo Grande com 44% e Três Lagoas com 32%. Na fila por um leito de SRAG/Covid conta com um paciente na Central de Regulação de Campo Grande e um na de Dourados.
Vacinação em MS
Conforme dados do Vacinômetro 76,68% da população geral do Estado já recebeu a primeira dose da vacina, enquanto 58,80% já são considerados imunizados por terem tomado a dose única ou as duas doses da vacina.
Durante a transmissão desta segunda, o secretário de saúde, Geraldo Resende, comparou o fechamento de meses anteriores e destacou a importância do avanço da imunização.
“Importante dizer que o processo vacinal foi muito importante se compararmos o mês de junho ao mês de setembro. Tivemos em setembro 4.336 casos de Covid, e no mês de junho 44.686. Um decréscimo de 90% nós decaímos a doença. De óbitos em junho tivemos 1.324 vítimas da Covid, e no mês de setembro tivemos 149 óbitos. Um decréscimo de 89,04%”, analisou.
“Muito importante porque mostra claramente o avanço da imunização, um decréscimo no número de casos e também no número de óbitos. E o único antídoto contra a Covid é a vacina no braço”, destacou em convocação aos gestores municipais para manter o ritmo na aplicação das doses de vacina.
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