O Indicador de Incerteza da Economia brasileira, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 3 pontos de junho para julho deste ano. Com isso, o indicador chegou a 119,3 pontos, retornando ao nível de maio de 2021.
Os dois componentes do índice apresentaram queda. O componente de Mídia, baseado na frequência de notícias com menção à incerteza na imprensa, recuou 2,8 pontos, para 118,9 pontos.
O componente de Expectativas, que mede a previsão de analistas econômicos para os 12 meses seguintes, recuou pela quarta vez consecutiva. A queda foi de 2,5 pontos e levou a expectativa para 113,2 pontos, menor nível desde janeiro de 2020 (112,5).
“A melhora dos números da pandemia no Brasil e a recuperação gradual da atividade econômica motivaram a redução do nível de incerteza no mês”, disse a economista da FGV Anna Carolina Gouveia. “Para um recuo mais expressivo das incertezas neste segundo semestre de 2021, é preciso que os fatores que motivaram a queda do indicador em julho continuem melhorando de forma sustentável nos próximos meses”.
ECONOMIA Copom reduz taxa Selic para 14,25% ao ano
ECONOMIA Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis
ECONOMIA Mercado financeiro eleva previsão da Selic para 13,75% ao ano
ECONOMIA Construção empregou 2,5 milhões e pagou média de 2,1 salários mínimos
ECONOMIA Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24,7%, aponta estudo
ROMBO Correios ampliam prejuízo para R$ 3,2 bilhões no 1º trimestre Mín. 14° Máx. 23°
Mín. 12° Máx. 18°
ChuvaMín. 9° Máx. 17°
Chuvas esparsas

