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Comerciários de MS se reúnem com secretário Geraldo Resende e querem prioridade na vacinação

Comerciários de MS se reúnem com secretário Geraldo Resende e querem prioridade na vacinação

12/06/2021 10h30 Atualizada há 5 anos atrás
Por: Assessoria
Foto: Reprodução
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Representantes dos empregados no comércio de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul se reuniram hoje pela manhã com o secretário de Saúde do Estado, Geraldo Resende para pedir que os comerciários entrem na lista de prioridade de vacinação contra a Covid-19.

Representantes dos empresários também reforçaram o pedido para que os comerciantes também sejam vacinados prioritariamente.

“A situação que se apresenta é gravíssima, entendemos que é necessário uma ação imediata para contermos o avanço da pandemia. Por isso solicitamos que os trabalhadores no comércio de Mato Grosso do Sul entrem na lista de prioridade da vacinação”, argumenta Douglas Rodrigues Silgueiro, presidente da Federação dos Empregados no Comércio e Serviços de Mato Grosso do Sul – Fetracom/MS.

A entidade encaminhou ofício ao governador Reinaldo Azambuja e ao secretário Geraldo Rezende, que recebeu em mãos em seu gabinete, na manhã desta sexta-feira.

De acordo com a federação, “O comércio varejista é e sempre foi o pilar mestre da nossa economia gerando empregos, principalmente àqueles que entram para o mercado de trabalho.

Entendemos que a exposição de nossos trabalhadores ao terrível vírus é real e precisamos diminuir o número de pessoas doentes e que possivelmente teriam que ocupar leitos dos hospitais”, daí a necessidade de colocar esses profissionais na lista de prioridades para receber a vacina.

Além de Douglas Silgueiro, participou também da reunião, o presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande – SECCG, Carlos Sérgio dos Santos e Sebastião da Conceição, membro da Fecomércio, entidade patronal, que também reforçou a necessidade da vacinação prioritária no setor.

Geraldo Rezende, por sua vez, segundo a Fetracom-MS, disse que vai encaminhar a “justa reivindicação” da categoria ao Ministério da Saúde, que estabelece os grupos prioritários.

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