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Polícia EXECUÇÃO

Apontado como chefe do tráfico é executado em estacionamento de pizzaria

O crime ocorreu por volta das 22h30 e a suspeita inicial é de que o assassinato tenha sido motivado por um possível acerto de contas

22/06/2026 07h35
Por: Luiz Guilherme
Maurilho foi atingido na cabeça e no tronco e morreu antes da chegada do socorro; Foto: Campo Grande News
Maurilho foi atingido na cabeça e no tronco e morreu antes da chegada do socorro; Foto: Campo Grande News

Apontado como chefe do tráfico, Maurilho Mures Chaves, de 36 anos, foi executado a tiros na noite deste domingo (21/6), no estacionamento de uma pizzaria localizada na Rua Paraíba, no Bairro Jardim dos Estados, em Campo Grande.

O crime ocorreu por volta das 22h30 e a suspeita inicial é de que o assassinato tenha sido motivado por um possível acerto de contas, publicou o site Campo Grande News.

Maurilho seria um dos chefes do tráfico na região da Vila Nhanhá.

Ele foi atingido por disparos na cabeça e no tronco por ao menos três homens que o abordaram, porém, somente dois estariam armados. Antes do crime, Maurilho estava em um bar ao lado do local. Quando seguiu para o estacionamento, foi surpreendido pelos atiradores, que estavam em uma motocicleta e em uma Volkswagen Saveiro.

Após os disparos, os suspeitos fugiram e o suposto traficante caiu no estacionamento. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas ele morreu antes da chegada do socorro.

Na manhã desta segunda-feira (22/6), ainda de acordo com o site da Capital, foram encontradas marcas deixadas pela perícia no canto do estacionamento, além de vestígios do crime, como partes de um relógio quebrado, manchas de sangue, massa encefálica da vítima e partes do couro cabeludo e do cabelo.

Tráfico de drogas

Maurilho já havia sido apontado, em 2014, como responsável por abastecer bocas de fumo na Vila Nhanhá. Na época, ele foi preso pela Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico).

Segundo registro do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), o homem tinha outras seis passagens pela polícia, registradas entre 2006 e 2014, por crimes como tráfico de drogas, posse de droga para consumo pessoal, violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo.

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