Um avião que caiu na tarde desta terça-feira (23) no Pantanal, matando o piloto e outras duas pessoas, já havia sido alvo de uma investigação da polícia. A aeronave, um Cessna C 175 de prefixo PT-BAN, ficou anos apreendida pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACCO) por suspeita de envolvimento em uso de peças furtadas.
O acidente ocorreu nas proximidades da Fazenda Barra Mansa, a cerca de 100 quilômetros de Aquidauana. A informação inicial de que quatro pessoas haviam morrido foi corrigida para três vítimas fatais: o piloto Marcelo Pereira de Barros, conhecido como "Marcelo Pantaneiro", e dois passageiros de nacionalidade chinesa.
A aeronave, em nome do Instituto de Desenvolvimento da Mobilidade Urbana de Pessoas e Cargas, não tinha habilitação para táxi aéreo, ou seja, não podia ser usada para transporte comercial de passageiros. Mas estava com condições legais de voo perante a ANAC.
Peritos e técnicos da DRACCO estão a caminho do local para iniciar os trabalhos de investigação e determinar as causas da queda. O Corpo de Bombeiros de Aquidauana, que chegou primeiro à área, permanecerá no local até a chegada das autoridades.
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