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Agronegócio Colheita

Colheita avança do milho avança e alcança 42,7% da área acompanhada em MS

Colheita avança do milho avança e alcança 42,7% da área acompanhada em MS

07/08/2025 15h15 Atualizada há 10 meses atrás
Por: Redação
Colheita iniciou no final de maio, com expectativa de que se estenda até setembro; Foto: Aprosoja
Colheita iniciou no final de maio, com expectativa de que se estenda até setembro; Foto: Aprosoja

De acordo com informações do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS, até o dia 1º de agosto, a área colhida de milho no Estado atingiu 42,7% do total estimado, o que representa aproximadamente 897 mil hectares.

A região sul está com a colheita mais avançada, com média de 46,2%, enquanto a região centro está com 37,9% e a região norte com 29,9% de média.

A colheita iniciou no final de maio, com expectativa de que se estenda até setembro.  

Nas regiões nordeste, norte, oeste, centro, sul e sudoeste as condições das lavouras são predominantemente boas. Por outro lado, as regiões sudeste e sul-fronteira apresentam condições abaixo do potencial das demais regiões. 

A meteorologia indica tempo com sol e variação de nebulosidade e não se descarta  a possibilidade de chuvas e tempestades isoladas.

Ainda de acordo com dados da Aprosoja/MS, no final de julho, ventanias intensas afetaram principalmente o centro e o sul do Estado, provocando o tombamento de cerca de 8 mil hectares de lavouras de milho, com perdas estimadas entre 20 a 40% da produção.  Os municípios mais atingidos foram Maracaju, Aral Moreira, Sete Quedas e Itaporã. 

“As chuvas no final do ciclo do milho safrinha tem dificultado a secagem natural dos grãos, o que está atrasando a colheita. Colher o milho com muita umidade aumenta os custos, porque é preciso secá-lo antes de armazenar (abaixo de 14% de umidade) para manter a qualidade dos grãos. Por outro lado, deixar o milho no campo por mais tempo também é arriscado, pois a produção fica exposta às intempéries climáticas. O produtor fica em uma situação complicada: ou colhe mais cedo e gasta mais com secagem, ou espera e corre o risco de perder parte da produção por causa do clima. O ideal é acompanhar a previsão do tempo e a umidade dos grãos para tomar a melhor decisão possível”, aponta o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Faedo Aguena. 

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