A Prefeitura de Ponta Porã, através da Secretaria Municipal de Saúde, em um trabalho conjunto com o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS Fronteira) e o setor de Vigilância em Saúde, estão desenvolvendo campanha alertando a população sobre a incidência de casos de sarampo que vem aumentando em várias regiões do Brasil. A doença havia sido declarada eliminada em 2016, mas depois voltou a crescente a partir de 2017 com a redução da vacinação.
No ano passado com o aumento no número de registros sobre sarampo, principalmente de casos importados ou relacionados à importação, aconteceu a reversão da eliminação da doença endêmica no país. Neste ano de 2025 o número de casos quintuplicou e a partir de agora as autoridades de saúde estão com campanha de mobilização alertando a população sobre a persistência do vírus. O crescimento da doença se dá principalmente pela baixa cobertura vacinação que não atinge o nível ideal de cobertura que é de 95% da população.
Desde o período da pandemia que a cobertura vacinação vem caindo. Houve registro do aumento da relutância de setores da população em tomar a vacina. Com isso, o sarampo que é uma doença infecciosa altamente contagiosa começou a aumentar. O sarampo foi uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo e, apesar dos avanços no controle e prevenção por meio da vacinação, ainda representa um desafio para a saúde pública especialmente nas regiões onde a taxa de imunização é menor.
Nas orientações que estão sendo repassadas pela Secretaria Municipal de Saúde de Ponta Porã, a população é informada que a transmissão do vírus do sarampo ocorre de pessoa a pessoa por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar. O sarampo é tão contagioso que uma pessoa infectada pode transmitir a doença para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes. Essa transmissão pode ocorrer entre de 4 a 6 dias após o aparecimento das manchas vermelhas no corpo.
As orientações do município esclarecem a população que o sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas pela vida toda ou até mesmo causar a morte. A vacina é a maneira mais efetiva de evitar o problema. Uma criança que contraí a doença pode desenvolver pneumonia que é a causa mais comum de morte. Também pode provocar otite aguda, que é a infecção dos ouvidos. Outro risco é perda auditiva permanente, outra complicação que pode ocorrer a inflamação do cérebro e nos casos mais graves a morte. A vacina para se proteger da doença está disponível na rede pública e pessoas de 12 meses a 59 anos de idade podem tomar.
Saúde Cacique Raoni apresenta melhora, mas continua internado na UTI
Saúde Agora Tem Especialistas lança em Manguinhos carreta de saúde da mulher
Saúde Anvisa mantém suspensão, mas libera parte de lotes de produtos Ypê
SAÚDE Mexilhões podem acumular microplásticos e transmiti-los a humanos Mín. 12° Máx. 20°
Mín. 14° Máx. 22°
Tempo nubladoMín. 13° Máx. 17°
Chuva

