Agnaldo Miudinho disse que durante audiência o superintendente da 1ª Região Fiscal da Receita Federal do Brasil assegurou que trâmites devem ser concluídos até junho
Na manhã desta quarta-feira, 6 de novembro, uma audiência importante ocorreu na sede da Receita Federal do Brasil, em Brasília. O presidente da Câmara Municipal de Ponta Porã, Agnaldo Miudinho, acompanhado dos vereadores Marcelino Nunes, Nely Abdulahad e Edinho Quintana, se reuniu com o superintendente da Receita Federal, Antônio Lindenberg, para discutir a criação de um porto seco na fronteira.
O projeto do porto seco é visto como uma oportunidade estratégica para impulsionar a economia local e facilitar o comércio exterior na região de Ponta Porã, que faz fronteira com o Paraguai. Durante a reunião, o superintendente Lindenberg informou que todos os procedimentos necessários para a implementação do porto seco, incluindo os trâmites licitatórios, deverão ser concluídos até junho de 2025.
A área destinada para a construção do porto seco já foi definida pela Prefeitura de Ponta Porã e abrange 23 hectares. Essa localização estratégica visa otimizar as operações aduaneiras e proporcionar um espaço adequado para o armazenamento e movimentação de mercadorias que transitam entre Brasil e Paraguai.
O presidente da Câmara Municipal, Agnaldo Miudinho, destacou a importância da criação do porto seco para o desenvolvimento econômico da região. “Esse projeto não só facilitará o comércio internacional, mas também criará empregos e oportunidades para os moradores de Ponta Porã”, afirmou Miudinho. Ele ressaltou ainda que a parceria entre a prefeitura e a Receita Federal é fundamental para o sucesso da iniciativa.
Os vereadores presentes expressaram seu apoio ao projeto e enfatizaram a necessidade de agilidade nos processos burocráticos. “Estamos aqui para garantir que as demandas da nossa cidade sejam atendidas com rapidez e eficiência”, disse o vereador Marcelino Nunes.
A criação do porto seco em Ponta Porã é uma das várias iniciativas que visam modernizar a infraestrutura aduaneira no Brasil e melhorar a competitividade das cidades fronteiriças. Com a implementação desse projeto, espera-se que Ponta Porã se torne um ponto estratégico para operações comerciais na região Centro-Oeste.
A reunião foi considerada um passo significativo para avançar nas discussões sobre o porto seco e reforçar o compromisso das autoridades em transformar Ponta Porã em um hub logístico importante no cenário nacional.
A expectativa agora é que os próximos passos sejam dados rapidamente, garantindo que até junho de 2025 todas as etapas necessárias estejam concluídas para que o porto seco possa ser inaugurado e comece a operar em benefício da população local e da economia regional.
Legenda:
Vereadores durante reunião com o superintendente da 1ª Região Fiscal da Receita Federal do Brasil, Antônio Henrique Lindemberg Baltazar
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