As vagas temporárias geradas por empregos diretos no comércio varejista de Mato Grosso do Sul devem atingir o maior nível desde 2012, de acordo com estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A previsão é de que o período de fim de ano gere 1.812 vagas, 15,19% a mais que em 2022, quando foram contratadas 1.573 pessoas.
As maiores contratações devem ocorrer no segmento de hiper e supermercados, com 859 vagas, seguido pelo setor de utilidades domésticas e eletroeletrônicos, com 316 vagas, e pelo vestuário e calçados, com 290 contratações.
Livrarias e papelarias aparecem com 137 vagas e demais segmentos totalizam 210 contratações.
"A desaceleração da inflação, em meio ao processo ainda inicial de flexibilização da política monetária, deverá impactar favoravelmente nas vendas de fim de ano e isso estimula o otimismo do empresário. É um momento muito oportuno para aquela pessoa que está procurando por uma vaga de trabalho e que encontra no emprego temporário uma oportunidade de contratação efetiva", explica a economista do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio MS (IPF/MS), Regiane Dedé de Oliveira.
As previsões da CNC são baseadas em aspectos sazonais das admissões e desligamentos no comércio varejista, registrados mensalmente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
ECONOMIA Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis
ECONOMIA Mercado financeiro eleva previsão da Selic para 13,75% ao ano
ECONOMIA Construção empregou 2,5 milhões e pagou média de 2,1 salários mínimos
ECONOMIA Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24,7%, aponta estudo
ROMBO Correios ampliam prejuízo para R$ 3,2 bilhões no 1º trimestre
ECONOMIA Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 5,09% este ano Mín. 11° Máx. 20°
Mín. 12° Máx. 21°
Tempo nubladoMín. 14° Máx. 22°
Tempo nublado

