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Políticos se reúnem com ministro e pedem paz na fronteira

Políticos se reúnem com ministro e pedem paz na fronteira

07/03/2023 16h57 Atualizada há 3 anos atrás
Por: Marcos Morandi
Políticos se reuniram com o ministro do Interior e também o chefe da Polícia Nacional. (Foto: Divulgação)
Políticos se reuniram com o ministro do Interior e também o chefe da Polícia Nacional. (Foto: Divulgação)

As recentes execuções ocorridas nos últimos dias em Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, têm preocupado as autoridades paraguaias. Nesta segunda-feira (6) um grupo de vereadores se reuniu com o ministro do interior Federico González e com o comandante da Polícia Nacional Gilberto Fleitas.


Durante o encontro os parlamentares de Pedro Juan Caballero, representados por Cézar Lesme, Zulma Icassatti Acevedo, Carolina Yunis Acevedo e Larissa Winckler cobraram a adoção de medidas concretas para por fim à onda de violência na cidade paraguaia.


"Infelizmente, antes dizíamos que Pedro Juan Caballero era uma cidade tranquila e que o acerto de contas era apenas entre os criminosos, mas hoje devemos assumir que é a cidade mais violenta do país e é o que dizem as próprias estatísticas, preocupados com isso fomos falar com o Ministro do Interior", disse o vereador Lesme em entrevista a uma rádio da cidade.


Além das ações efetivas relacionadas aos assassinatos que seguem sem solução na cidade fronteira, os vereadores solicitaram melhores estruturas para o trabalho da Polícia Nacional para os bairros e região central da cidade.


"Queremos sentir a presença da polícia nas ruas, porém estamos preocupados com o comércio da cidade de Pedro Juan Caballero, pedimos neste sentido como autoridades que a polícia esteja presente como efeito de vigilância do público em geral e dos comerciantes, mas não perturbe os turistas", disse Lesme.
Na semana passada o atual prefeito de Pedro Juan Caballero, Ronald Acevedo, que teve a filha e também o irmão, o ex-prefeito José Carlos Acevedo como alvo da pistolagem, fez duras críticas ao presidente do Paraguai, Mario Abdo, o Marito. Ele não poupou o ministro do Interior e nem o comandante da Polícia Nacional.

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