Com 100% de aproveitamento na fase de grupos da Copa América, a Seleção Brasileira disputa agora a semifinal contra o Paraguai. A partida ocorre nesta terça-feira (26), às 20h (MS), em Bucamaranga, na Colômbia.
O Brasil levantou a taça em sete das oito edições concluídas da Copa América - à exceção de 2006, quando a Argentina foi campeã.
Desde que o torneio foi criado, em 1991, a Canarinho disputou 48 partidas, com 45 vitórias, um empate (contra a Colômbia em 2014) e apenas duas derrotas — ambas por 2x0 para as argentinas, na fase final de 2006 e na fase de grupos de 2014.
Já o Paraguai começou a disputar a Copa América em 1998. Na atual edição, a equipe já igualou seu melhor resultado: o quarto lugar em 2006. Uma vitória inédita contra o Brasil garantiria no mínimo a prata e uma vaga na Copa do Mundo, mas o histórico não é favorável: em quatro confrontos, a Canarinho venceu todos, marcando 17 gols e sofrendo apenas dois (4x1 na fase de grupos e 6x0 na fase final em 2006, 3x0 em 2010 e 4x1 em 2014).
De olho nos chutes de longa distância
Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (25), a treinadora Pia Sundhage detalhou a preparação para o confronto. Além de querer que as Guerreiras mantenham a posse de bola e variem os pontos de ataque, usando toda a largura do campo, ela apontou também as principais armas das paraguaias em busca de uma vaga inédita na final.
“Espero que o Paraguai seja perigoso nos contra-ataques, porque isso vai significar que mantivemos bem a posse. Outra situação são as cobranças de falta e chutes de longa distância, porque há muitas boas jogadoras arriscando. Isso me impressiona na América do Sul e especialmente na seleção paraguaia. Hoje, no treino, jogamos 11x11 em metade do campo, e o motivo é que precisamos manter a posse no centro mas também jogar abertas nas alas, para que sejamos capazes de criar chances das duas formas”, disse.
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