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Polícia SIDROLÂNDIA

Morto em confronto com o Choque era procurado pelo SIG de Dourados

Matheus era apontado como comparsa de um adolescente apontado como “Missionário do PCC”

09/06/2026 07h36 Atualizada há 2 dias atrás
Por: Luiz Guilherme
Viatura do Choque em frente à residência onde ocorreu o confronto, no município de Sidrolândia; Foto: Divulgação
Viatura do Choque em frente à residência onde ocorreu o confronto, no município de Sidrolândia; Foto: Divulgação

Matheus Espínola de Araújo, de 22 anos, morto após confronto com policiais do Batalhão de Choque da PM (Polícia Militar) na noite desta segunda-feira (8/6), em Sidrolândia, possuía mandado de prisão pedido pelo SIG (Setor de Investigações Gerais) de Dourados, segundo informou nesta terça (9/6), o delegado Lucas Albe Veppo.

Conforme mostrado anteriormente, Matheus é apontado como suspeito de participação no assassinato de Thales Eduardo Assis de Souza, de 26, ocorrido na manhã do último domingo (7/6), em frente a uma residência no Conjunto Olídia Rocha, em Maracaju. Ontem, ao ser ferido, o indivíduo foi socorrido e levado para UPA (Unidade de Pronto Atendimento), porém, não resistiu.

Ainda de acordo com o Setor de Investigações Gerais, o morto também era comparsa de Vinicius Ricardo Pereira da Silva, de 16 anos, “missionário do PCC” (Primeiro Comando da Capital), que morreu em confronto com a polícia, em 17 de março, no Jardim Água Boa, em Dourados.

Durante a operação de ontem, Wesley Menezes Custódio, de 18 anos, apontado como comparsa de Matheus, acabou preso.

Execução

Conforme noticiado anteriormente, Thales foi executado com pelo menos 15 disparos enquanto tomava tereré com amigos e o filho de 13 anos, em frente a uma residência no Conjunto Olídia Rocha.

Ao perceber a aproximação dos atiradores, a vítima tentou fugir, mas caiu na calçada e morreu. Pelas imagens é possível ver que, mesmo já no chão, os disparos contra Thales continuaram, inclusive, antes de fugir, um dos criminosos se aproximou e efetuou tiros na cabeça dele.

As testemunhas relataram à polícia que os autores chegaram a pé e deixaram o local correndo após a execução. Equipes da PM (Polícia Militar) e da Polícia Civil fizeram buscas na cidade desde o dia do crime para localizar os suspeitos.

Até o momento, a polícia não detalhou as circunstâncias da prisão e do confronto registrados em Sidrolândia.
O caso deve ser investigado pela Polícia Civil, que apurará as circunstâncias do confronto e a participação dos dois suspeitos no homicídio registrado em Maracaju.

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